Gestantes
Amamentar e arrotar
Aumente o vínculo com seu bebê
Fraldas, o que fazer e o que não fazer
O banho do bebê
Pais de primeira viagem? Confira essas dicas!
O sono do bebê
Cuidados com o recém nascido
Depressão pós-parto, fique atenta!
Cuidados na gestação gemelar
Como será nascer com uma cópia idêntica a si mesmo, mesmo que aos poucos ela vá se modificando porque essas pessoas aparentemente iguais e fruto da mesma gestação reagem de forma diferente diante dos estímulos recebidos e desenvolvem personalidades distintas?
Como se sentirão os gêmeos dizigóticos, aqueles gerados por dois óvulos e dois espermatozóides, portanto com carga genética distinta, que não são necessariamente parecidos, mas que estiveram juntos desde o útero materno?Gêmeos sempre despertam curiosidade, especialmente os univitelinos que são monozigóticos, isto é, formados a partir da divisão de um único óvulo fecundado por um só espermatozóide. A gestação gemelar tem características particulares e implica seguimento mais cuidadoso por parte do médico e da própria gestante. Dificilmente atinge as quarenta semanas previstas porque a capacidade de distensão do útero vai até certo ponto e a maioria dos partos é feita por via alta, ou seja, por cesariana.
Gêmeos idênticos e não idênticos
Em dois terços das gestações gemelares, os gêmeos são bivitelinos, portanto não são idênticos e em um terço são univitelinos, portanto idênticos. Os gêmeos não-idênticos são formados pela fecundação de dois óvulos por dois espermatozóides. Na verdade, podem ou não ter o mesmo sexo e equivalem a duas gestações que se desenvolvem ao mesmo tempo e no mesmo ambiente.
Já os univitelinos ou idênticos formam-se quando um único óvulo, fecundado por um só espermatozóide, sofre posteriormente uma divisão.
Logo, gêmeos idênticos têm necessariamente mesma carga genética e mesmo sexo. O que faz diferença nas gestações gemelares é o número de placentas. Quando são duas placentas, uma para cada feto, a gestação é menos complicada, mas será mais complicada se houver apenas uma placenta para os dois fetos. Gêmeos não-idênticos obrigatoriamente têm duas placentas. Entretanto, somente de 10% a 15% dos gêmeosidênticos têm placentas separadas. Quando existem gêmeos não-idênticos numa família, a chance de acontecer um novo caso é dez vezes maior do que em famílias sem história de gestações gemelares. Para gêmeos não-idênticos, parece que a influência maior é exercida pelo lado materno; já para os idênticos, não se observa a mesma relação.
Diagnóstico: são gêmeos
Existe o conceito de que o nível da gonadotrofina coriônica é mais elevado na gestação gemelar e que a gestante têm enjôos mais intensos. Se isso é verdadeiro em alguns casos, não o é em muitos outros. Por isso, o diagnóstico definitivo depende do exame ultra-sonográfico. O ideal é que seja feito no início da gravidez, nos primeiros três meses, quando se consegue definir, no caso dos gêmeosidênticos, se cada um terá sua própria placenta, o que facilitará muito o acompanhamento posterior da gestação. Já a partir de cinco ou seis semanas, o ultra-som consegue detectar gêmeos não-idênticos porque existem duas bolsas e duas placentas separadas. Gêmeos idênticos, com uma placenta só, são diagnosticados mais tarde, com seis ou sete semanas e, mesmo assim, é arriscado cometer um erro de diagnóstico: imagina-se que se trata de uma gestação única e depois se descobre que são dois bebês.
Como se sentirão os gêmeos dizigóticos, aqueles gerados por dois óvulos e dois espermatozóides, portanto com carga genética distinta, que não são necessariamente parecidos, mas que estiveram juntos desde o útero materno?Gêmeos sempre despertam curiosidade, especialmente os univitelinos que são monozigóticos, isto é, formados a partir da divisão de um único óvulo fecundado por um só espermatozóide. A gestação gemelar tem características particulares e implica seguimento mais cuidadoso por parte do médico e da própria gestante. Dificilmente atinge as quarenta semanas previstas porque a capacidade de distensão do útero vai até certo ponto e a maioria dos partos é feita por via alta, ou seja, por cesariana.
Gêmeos idênticos e não idênticos
Em dois terços das gestações gemelares, os gêmeos são bivitelinos, portanto não são idênticos e em um terço são univitelinos, portanto idênticos. Os gêmeos não-idênticos são formados pela fecundação de dois óvulos por dois espermatozóides. Na verdade, podem ou não ter o mesmo sexo e equivalem a duas gestações que se desenvolvem ao mesmo tempo e no mesmo ambiente.
Já os univitelinos ou idênticos formam-se quando um único óvulo, fecundado por um só espermatozóide, sofre posteriormente uma divisão.
Logo, gêmeos idênticos têm necessariamente mesma carga genética e mesmo sexo. O que faz diferença nas gestações gemelares é o número de placentas. Quando são duas placentas, uma para cada feto, a gestação é menos complicada, mas será mais complicada se houver apenas uma placenta para os dois fetos. Gêmeos não-idênticos obrigatoriamente têm duas placentas. Entretanto, somente de 10% a 15% dos gêmeosidênticos têm placentas separadas. Quando existem gêmeos não-idênticos numa família, a chance de acontecer um novo caso é dez vezes maior do que em famílias sem história de gestações gemelares. Para gêmeos não-idênticos, parece que a influência maior é exercida pelo lado materno; já para os idênticos, não se observa a mesma relação.
Diagnóstico: são gêmeos
Existe o conceito de que o nível da gonadotrofina coriônica é mais elevado na gestação gemelar e que a gestante têm enjôos mais intensos. Se isso é verdadeiro em alguns casos, não o é em muitos outros. Por isso, o diagnóstico definitivo depende do exame ultra-sonográfico. O ideal é que seja feito no início da gravidez, nos primeiros três meses, quando se consegue definir, no caso dos gêmeosidênticos, se cada um terá sua própria placenta, o que facilitará muito o acompanhamento posterior da gestação. Já a partir de cinco ou seis semanas, o ultra-som consegue detectar gêmeos não-idênticos porque existem duas bolsas e duas placentas separadas. Gêmeos idênticos, com uma placenta só, são diagnosticados mais tarde, com seis ou sete semanas e, mesmo assim, é arriscado cometer um erro de diagnóstico: imagina-se que se trata de uma gestação única e depois se descobre que são dois bebês.
Tipos de partos
É o momento do nascimento do feto, quando esse sai da proteção do útero materno para vivenciar novas experiências no mundo que lhe é apresentado. O parto gera muitas expectativas nos pais, em especial se irá ocorrer tudo bem, se irá durar muito tempo, entre outras preocupações. Existem vários tipos de partos, cabe ao médico e à paciente escolherem o mais adequado. É muito importante para a mulher que o pai da criança esteja presente na hora do parto, pois é uma forma de demonstrar que ele está presente e que a mulher o terá ao seu lado na criação do filho.
Normalmente o tipo de parto é escolhido de acordo com a posição do feto, considerando também a vontade da mãe. Muitas complicações geradas durante o parto foram diminuídas consideravelmente com a criação de novas técnicas e pelo fato da mãe fazer o pré-natal corretamente. É extremamente importante que a gestante faça o acompanhamento médico de forma a evitar riscos para o bebê durante seu nascimento.
Parto Cesáreo
A cesariana é um procedimento cirúrgico que envolve um corte no abdômen para a retirada do bebê. O corte transversal de 10 a 15 cm é feito dois dedos acima da região dos pelos púbicos. Corte este, que abrange sete camadas até chegar ao útero. O bebê é retirado pelo médico suavemente. Posteriormente a placenta é removida e o corte é fechado com pontos. A cesariana por ser um procedimento cirúrgico é antecedida de anestesia peridural, nessa o anestésico é injetado por fora da espinha, ou intradural, o anestésico é injetado dentro da espinha.
A cesariana geralmente ocorre após a 37ª semana de gestação. Dura cerca de 1 hora. Após esse tempo a paciente permanece em observação por 1 hora antes de ir para o quarto. A alimentação é iniciada após 6 horas. É um tipo de parto que proporciona à mulher, escolher o dia do nascimento, fazer laqueadura na mesma cirurgia, realizá-lo no mesmo dia da internação, durante o trabalho de parto e, além disso, não sentir as dores características desse.
Embora ofereça vantagens, é um parto que requer maiores cuidados com assepsia e oferece maiores complicações, como risco de infecção materna e de o bebê apresentar problemas respiratórios, já que se trata de uma cirurgia de grande porte. A alta hospitalar ocorre 72 horas após a cesariana. A recuperação é bem mais demorada do que em outros tipos de parto. A mãe pode sentir dores ao rir, chorar e ficar de pé.
Parto de Cócoras
Desde os tempos mais remotos, as mulheres têm procurado novas formas de ter um parto mais fácil, seguro e confortável, tanto para elas quanto para o bebê. Inspirado nas formas de parto indígenas, o parto de cócoras é semelhante ao parto normal, no entanto, a diferença está na posição em que a gestante fica: de cócoras, ou seja, agachada. A posição de cócoras oferece várias vantagens, como o fato do parto ser mais rápido devido ao auxílio da gravidade e a oxigenação do bebê ser melhor. Neste tipo de parto, a mulher geralmente se apóia nos ombros e braços de seu companheiro, fazendo com que o mesmo tenha um papel decisivo tanto no lado físico quanto psicológico. É colocado também, um espelho para que a mulher possa acompanhar o nascimento e ser visualmente estimulada para o processo de expulsão.
Parto Leboyer
O obstetra francês Frederic Leboyer apresentou esse tipo de parto na década de 70. O parto Leboyer é uma filosofia de assistência ao parto, criado para acolher a mãe e bebê, em um momento que exige muita energia dos dois e muitas vezes não se tem conhecimento prévio sobre o trabalho de parto. O parto Leboyer é realizado com as seguintes condições: pouca luz para não incomodar o bebê; silêncio, principalmente após o nascimento; banho próximo a mãe após o nascimento que pode ser dado pelo pai; ambiente quente, como por exemplo, o abdômen da mãe, a fim de atenuar o impacto da diferença entre o mundo intra-uterino e o extra-uterino.
Parto na água
Tal método consiste na preparação de uma banheira com água morna (36ºC) na qual a gestante permanece. Nesse tipo de parto, o ambiente fica à meia luz, sendo que o pai ou acompanhante tem a opção de ficar dentro da banheira com a mulher. Casos de acidentes envolvendo o método são raríssimos, e se comparados aos outros tipos de partos, onde também podem ocorrer acidentes, o parto na água é seguro.
Normalmente o tipo de parto é escolhido de acordo com a posição do feto, considerando também a vontade da mãe. Muitas complicações geradas durante o parto foram diminuídas consideravelmente com a criação de novas técnicas e pelo fato da mãe fazer o pré-natal corretamente. É extremamente importante que a gestante faça o acompanhamento médico de forma a evitar riscos para o bebê durante seu nascimento.
Parto Cesáreo
A cesariana é um procedimento cirúrgico que envolve um corte no abdômen para a retirada do bebê. O corte transversal de 10 a 15 cm é feito dois dedos acima da região dos pelos púbicos. Corte este, que abrange sete camadas até chegar ao útero. O bebê é retirado pelo médico suavemente. Posteriormente a placenta é removida e o corte é fechado com pontos. A cesariana por ser um procedimento cirúrgico é antecedida de anestesia peridural, nessa o anestésico é injetado por fora da espinha, ou intradural, o anestésico é injetado dentro da espinha.
A cesariana geralmente ocorre após a 37ª semana de gestação. Dura cerca de 1 hora. Após esse tempo a paciente permanece em observação por 1 hora antes de ir para o quarto. A alimentação é iniciada após 6 horas. É um tipo de parto que proporciona à mulher, escolher o dia do nascimento, fazer laqueadura na mesma cirurgia, realizá-lo no mesmo dia da internação, durante o trabalho de parto e, além disso, não sentir as dores características desse.
Embora ofereça vantagens, é um parto que requer maiores cuidados com assepsia e oferece maiores complicações, como risco de infecção materna e de o bebê apresentar problemas respiratórios, já que se trata de uma cirurgia de grande porte. A alta hospitalar ocorre 72 horas após a cesariana. A recuperação é bem mais demorada do que em outros tipos de parto. A mãe pode sentir dores ao rir, chorar e ficar de pé.
Parto de Cócoras
Desde os tempos mais remotos, as mulheres têm procurado novas formas de ter um parto mais fácil, seguro e confortável, tanto para elas quanto para o bebê. Inspirado nas formas de parto indígenas, o parto de cócoras é semelhante ao parto normal, no entanto, a diferença está na posição em que a gestante fica: de cócoras, ou seja, agachada. A posição de cócoras oferece várias vantagens, como o fato do parto ser mais rápido devido ao auxílio da gravidade e a oxigenação do bebê ser melhor. Neste tipo de parto, a mulher geralmente se apóia nos ombros e braços de seu companheiro, fazendo com que o mesmo tenha um papel decisivo tanto no lado físico quanto psicológico. É colocado também, um espelho para que a mulher possa acompanhar o nascimento e ser visualmente estimulada para o processo de expulsão.
Parto Leboyer
O obstetra francês Frederic Leboyer apresentou esse tipo de parto na década de 70. O parto Leboyer é uma filosofia de assistência ao parto, criado para acolher a mãe e bebê, em um momento que exige muita energia dos dois e muitas vezes não se tem conhecimento prévio sobre o trabalho de parto. O parto Leboyer é realizado com as seguintes condições: pouca luz para não incomodar o bebê; silêncio, principalmente após o nascimento; banho próximo a mãe após o nascimento que pode ser dado pelo pai; ambiente quente, como por exemplo, o abdômen da mãe, a fim de atenuar o impacto da diferença entre o mundo intra-uterino e o extra-uterino.
Parto na água
Tal método consiste na preparação de uma banheira com água morna (36ºC) na qual a gestante permanece. Nesse tipo de parto, o ambiente fica à meia luz, sendo que o pai ou acompanhante tem a opção de ficar dentro da banheira com a mulher. Casos de acidentes envolvendo o método são raríssimos, e se comparados aos outros tipos de partos, onde também podem ocorrer acidentes, o parto na água é seguro.
A importância do Pré-Natal
Pré-Natal é o nome dado ao acompanhamento médico dedicado a mulher e ao bebê durante todo o período gestacional. Neste acompanhamento o médico dá instruções à futura mamãe, como cuidados com a alimentação, formas de se manter confortável, estimulação do bico do seio, polivitamínicos a serem ingeridos e outras recomendações bem como a realização de exames.
As consultas devem ser iniciadas o quanto antes para que sejam feitos os exames necessários que garantirão a saúde da gestante e do bebê bem como a detecção de alguma doença ou disfunção, se houver. Os exames identificam gestações normais e gestações de alto risco que assim são consideradas quando apresentam alguma doença na mãe ou no bebê.
Os exames solicitados são:
• Hemograma completo;
• Glicemia;
• Tipagem sanguínea;
• Urina;
• Papanicolaou;
• Sorologia para detectar ou não toxoplasmose e rubéola;
• Avaliação de infecções para detectar ou não sífilis, hepatite B e AIDS.
No pré-natal, o médico também irá controlar o ganho de peso pela gestante que não deve ultrapassar 12 kg, pois o ganho excessivo de peso pode desencadear problemas como hipertensão, diabetes gestacional, retenção de líquidos e outros. Ahipertensão é a causa mais freqüente de gravidez de alto risco, pois pode desenvolver pré-eclampsia e trazer complicações mais sérias que podem colocar a vida da mãe e do bebê em risco.
A gestante também deve fazer um pré-natal odontológico que auxiliará na sua higienização bucal e do bebê, já que neste período as motivações da gestante estão todas voltadas às preparações para a chegada do bebê. Neste período, a gestantesente muita indisposição e “preguiça” e algumas deixam de lado a escovação
As consultas devem ser iniciadas o quanto antes para que sejam feitos os exames necessários que garantirão a saúde da gestante e do bebê bem como a detecção de alguma doença ou disfunção, se houver. Os exames identificam gestações normais e gestações de alto risco que assim são consideradas quando apresentam alguma doença na mãe ou no bebê.
Os exames solicitados são:
• Hemograma completo;
• Glicemia;
• Tipagem sanguínea;
• Urina;
• Papanicolaou;
• Sorologia para detectar ou não toxoplasmose e rubéola;
• Avaliação de infecções para detectar ou não sífilis, hepatite B e AIDS.
No pré-natal, o médico também irá controlar o ganho de peso pela gestante que não deve ultrapassar 12 kg, pois o ganho excessivo de peso pode desencadear problemas como hipertensão, diabetes gestacional, retenção de líquidos e outros. Ahipertensão é a causa mais freqüente de gravidez de alto risco, pois pode desenvolver pré-eclampsia e trazer complicações mais sérias que podem colocar a vida da mãe e do bebê em risco.
A gestante também deve fazer um pré-natal odontológico que auxiliará na sua higienização bucal e do bebê, já que neste período as motivações da gestante estão todas voltadas às preparações para a chegada do bebê. Neste período, a gestantesente muita indisposição e “preguiça” e algumas deixam de lado a escovação
Receitas de uma boa amamentação
Amamentar não é um dom materno, que nasce com a mulher. Nem toda mamãe consegue amamentar seu filho sem alguma ajuda. E muitas, sem ajuda, desistem no meio do caminho. E como a amamentação hoje em dia é muito incentivada, mas não bem orientada, as mamães ficam com uma culpa enorme por não conseguir.
A mamãe sabe da importância do amamentar seu filho e o bebê sabe sugar. O problema está em juntar esses dois atos, principalmente quando o pequeno chora de fome. Quanto mais o bebê chora, mais a mamãe fica nervosa e mais difícil é amamentar. Amamentação é um ato que deve ser aprendido.
A primeira delas é procurar um lugar tranqüilo para amamentar, onde mamãe e bebê possam se curtir ao máximo. A posição ideal para uma melhor amamentação é aquela em que o bebê abocanhe toda aréola do seio da mamãe. A posição normalmente mais fácil de fazer isso é aquela em que o bebê fica barriga com barriga com a mamãe, em que a cabecinha fica acomodada na volta de dentro do cotovelo da mamãe, facilitando também o contato olho a olho de mãe e bebê.
Se seu bebê já acorda berrando de fome, tente acordá-lo um pouco antes para que não chore de fome, dificultando à pega. O bebê estará mais calmo, abocanhará a aréola e nem mamãe e nem bebê ficarão estressados na hora da amamentação. Caso o bebê tenha o hábito de acordar com fome logo depois de ter mamado, como se não tivesse “comido”, as mamães podem fazer o seguinte: antes de dar o peito, esvazie-o um pouco para retirar o leite anterior que é constituído basicamente por água.
Quem não fica de barriga cheia depois de beber um monte de água?
Mas a fome aparece rapidinho e é por isso que o bebê que acabou de mamar os dois peitos acorda logo chorando de fome. Deixe o bebê esvaziar todo um peito para depois oferecer o outro, assim terá certeza que o bebê mamou o leite anterior e o posterior.
Mesmo que o bebê não chore de fome, é bom esvaziar o peito um pouco antes de amamentar, principalmente se as mamas estiverem muito cheias, para o bebê abocanhar melhor toda a aréola.
Quem consegue beliscar uma bexiga quando está completamente cheia?
Se esvaziarmos fica mais fácil. É o que acontece com o bebê, abocanhar um peito muito cheio é mais difícil, assim o bebê abocanha somente o bico, machucando, e às vezes muito, a mamãe. Mamas pouco mais vazias são fáceis de abocanhar e toda a aréola ser pega, sem risco de machucar o bico.
A mamãe sabe da importância do amamentar seu filho e o bebê sabe sugar. O problema está em juntar esses dois atos, principalmente quando o pequeno chora de fome. Quanto mais o bebê chora, mais a mamãe fica nervosa e mais difícil é amamentar. Amamentação é um ato que deve ser aprendido.
A primeira delas é procurar um lugar tranqüilo para amamentar, onde mamãe e bebê possam se curtir ao máximo. A posição ideal para uma melhor amamentação é aquela em que o bebê abocanhe toda aréola do seio da mamãe. A posição normalmente mais fácil de fazer isso é aquela em que o bebê fica barriga com barriga com a mamãe, em que a cabecinha fica acomodada na volta de dentro do cotovelo da mamãe, facilitando também o contato olho a olho de mãe e bebê.
Se seu bebê já acorda berrando de fome, tente acordá-lo um pouco antes para que não chore de fome, dificultando à pega. O bebê estará mais calmo, abocanhará a aréola e nem mamãe e nem bebê ficarão estressados na hora da amamentação. Caso o bebê tenha o hábito de acordar com fome logo depois de ter mamado, como se não tivesse “comido”, as mamães podem fazer o seguinte: antes de dar o peito, esvazie-o um pouco para retirar o leite anterior que é constituído basicamente por água.
Quem não fica de barriga cheia depois de beber um monte de água?
Mas a fome aparece rapidinho e é por isso que o bebê que acabou de mamar os dois peitos acorda logo chorando de fome. Deixe o bebê esvaziar todo um peito para depois oferecer o outro, assim terá certeza que o bebê mamou o leite anterior e o posterior.
Mesmo que o bebê não chore de fome, é bom esvaziar o peito um pouco antes de amamentar, principalmente se as mamas estiverem muito cheias, para o bebê abocanhar melhor toda a aréola.
Quem consegue beliscar uma bexiga quando está completamente cheia?
Se esvaziarmos fica mais fácil. É o que acontece com o bebê, abocanhar um peito muito cheio é mais difícil, assim o bebê abocanha somente o bico, machucando, e às vezes muito, a mamãe. Mamas pouco mais vazias são fáceis de abocanhar e toda a aréola ser pega, sem risco de machucar o bico.
Amamentação
Na fase de amamentação, junto com o aumento das necessidades calóricas, você necessitará de um aumento de outros nutrientes para garantir um bom estado nutricional tanto para você, como para o bebê.
Nesta fase, você também não deverá fazer dietas restritivas sem orientação nutricional adequada, pois a dieta pode se tornar um fator de estresse e prejudicar o aleitamento.
Então, não se esqueça: uma dieta saudável desde antes da concepção até o desmame dará ao bebê o melhor começo de vida possível.
Portanto, o ideal é que a dieta (na gestação e no pós parto) seja orientada e prescrita individualmente, levando-se em consideração suas características físicas e nutricionais.
Nesta fase, você também não deverá fazer dietas restritivas sem orientação nutricional adequada, pois a dieta pode se tornar um fator de estresse e prejudicar o aleitamento.
Então, não se esqueça: uma dieta saudável desde antes da concepção até o desmame dará ao bebê o melhor começo de vida possível.
Portanto, o ideal é que a dieta (na gestação e no pós parto) seja orientada e prescrita individualmente, levando-se em consideração suas características físicas e nutricionais.
Nutrição durante e depois da Gestação
A sua alimentação durante a gravidez tem a finalidade de mantê-la saudável, formar o bebê, armazenar nutrientes para a fase de amamentação e para o seu filho nos primeiros meses de vida.
É preciso desmistificar a idéia de que a grávida deve “comer por dois”. Para o bom crescimento do bebê não é necessário ingerir o dobro de comida. Sua alimentação deve mudar mais qualitativa do que quantitativamente. Um pequeno aumento no número de calorias e uma boa modificação no número de nutrientes garantirão o equilíbrio nutricional ideal. O ideal seria que toda mulher tivesse uma dieta saudável antes de engravidar.
Atualmente, já se considera normal a mulher que engorda de 9 a 11kg por gestação, lembrando sempre que as mulheres obesas não devem necessariamente engordar, uma vez que já possuem condições calóricas para a gestação.
Além disso, sabe-se que o ganho excessivo de peso durante o período gestacional ou iniciar esse período com sobrepeso ou obesidade são fatores de risco importantes para complicações clínicas, principalmente no final da gestação como o desenvolvimento de diabetes gestacional, eclampsia ou pré-eclampsia e riscos obstétricos durante o parto.
Mas, fique atenta, durante a gestação não é o momento de fazer dieta restritiva para perda de peso, pois a falta de nutrientes pode comprometer gravemente a formação do feto.
Lembre-se: uma boa nutrição é tão importante durante a gravidez quanto após o parto.
É preciso desmistificar a idéia de que a grávida deve “comer por dois”. Para o bom crescimento do bebê não é necessário ingerir o dobro de comida. Sua alimentação deve mudar mais qualitativa do que quantitativamente. Um pequeno aumento no número de calorias e uma boa modificação no número de nutrientes garantirão o equilíbrio nutricional ideal. O ideal seria que toda mulher tivesse uma dieta saudável antes de engravidar.
Atualmente, já se considera normal a mulher que engorda de 9 a 11kg por gestação, lembrando sempre que as mulheres obesas não devem necessariamente engordar, uma vez que já possuem condições calóricas para a gestação.
Além disso, sabe-se que o ganho excessivo de peso durante o período gestacional ou iniciar esse período com sobrepeso ou obesidade são fatores de risco importantes para complicações clínicas, principalmente no final da gestação como o desenvolvimento de diabetes gestacional, eclampsia ou pré-eclampsia e riscos obstétricos durante o parto.
Mas, fique atenta, durante a gestação não é o momento de fazer dieta restritiva para perda de peso, pois a falta de nutrientes pode comprometer gravemente a formação do feto.
Lembre-se: uma boa nutrição é tão importante durante a gravidez quanto após o parto.
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