quinta-feira, 22 de maio de 2014

Alimentos anti-estresse combatem a depressão e a ansiedade

Alimentos anti-estresse combatem a depressão e a ansiedade


Mulheres que são mães, donas de casa e profissionais, tudo ao mesmo tempo. Homens bem sucedidos e que praticam esportes como atletas. Crianças que além das provas, ainda possuem muitas atividades após as aulas. Adolescentes em fase de vestibular. Com essa vida corrida é inevitável sentir os efeitos da pressão. No entanto, existem maneiras de amenizar estes sintomas. Que tal aliviar o stress através da alimentação? Existem alguns alimentos que podem ajudá-lo!

Alface: substâncias encontradas principalmente nos talos das folhas como a lactucina e lactupicrina, atuam como calmantes naturais.

Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, assim como o magnésio, o fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B, que garantem o bom funcionamento do sistema nervoso. 
Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro. Cereais integrais e chocolate (com moderação) também são ótimas fontes de zinco. O selênio também pode ser encontrado no atum enlatado e na carne de peru.

Laranja: promove o melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular, ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. A fruta é rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B. A ingestão de vitamina C inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo.

Castanha-do-pará: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. Também é rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária recomendada de 350mg. 
Alimentos ricos em vitaminas do complexo B: Quando o estresse está presente, o corpo utiliza a glicose desordenadamente, consumindo então as proteínas do músculo como fonte de energia. O ideal então é se alimentar de alimentos ricos em carboidratos complexos e uma dose extra de proteína magra como: leite em pó, queijo minas, amêndoas e carne que contém vitamina B12; ovo, leite, banana, aveia, batata, ricos em vitamina B6.

Maracujá: Ao contrário do que diz a crença popular, a fruta não é calmante, mas sim suas folhas. As folhas contêm alcalóides e flavonóides, substâncias depressoras do sistema nervoso central (SNC), o conjunto do cérebro com a medula espinal, responsável pela sensibilidade e pela consciência. Por isso, elas atuam como analgésicos e relaxantes musculares. 
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Dieta antiestresse: controle a ansiedade e perca 5 kg em um mês

Com uma dieta balanceada e alimentos escolhidos a dedo é possível driblar o nervosismo e a irritabilidade e ainda afinar a cinturinha em um vapt-vupt, sem sofrimento. Aposte!


Reportagem: Rita Trevisan
dieta-antiestresse
A dieta antiestresse evita compulsão, controla ansiedade e
afina 5 kg
Foto: Shutterstock 
Pressão no trabalho e contratempos na vida pessoal tiram qualquer uma do sério e fa­zem a tensão ir às alturas. Aí, para aliviar tantas sensações desagradáveis, alguns maus há­bitos se instalam. “Oestresse causa desordens hormonais e interfere nos mecanismos de fome e saciedade. Por isso, nessas situações, é comum que você coma mais do que onecessário”, expli­ca Mariana Ribeiro, nutricionista (RJ). Os nervos à flor da peleprovocam uma descarga deadrenali­na, noradrenalina e cortisol no sangue, hormônios que deixam o corpo em estado de alerta. “Para se manter assim, o organismo pede mais energia, ou seja, comida”, afirma Janete Neves, nutricionis­ta da Clínica Esportiva (SP). Além disso, estudos mostram que alterações nos níveis decortisol in­terferem na produção de leptina, hormônio da sa­ciedade. Para piorar o quadro, a estressadanão se satisfaz com refeições balanceadas: ela quer doces e massas. E não por acaso. “Essas opções propor­cionam uma sensação de prazer e bem-estar que é sedativa e calmante”, explica Camila Borduqui, nutricionista da Clínica Dr. Alan Landecker (SP). Mas o alívio provocado pelo açúcar e pela gordu­ra é passageiro. “Logo depois de abocanhar aquela delícia, os níveis dessas substâncias se estabilizam e a vontade de atacar a geladeira reaparece”, alerta Thais Pillotto Duarte, nutricionista (SP).

Contra-ataque

 Os efeitos nocivos do estresse não se restringem apenas ao desentendimento com a balança. Quando a ansiedade é crônica, o corpo todo padece. Para manter-se em estado de alerta, o organismo consome boa parte do nosso pique, retirando energia até dos músculos. Aí, até a flacidez aumenta. Com o tempo, o desgaste crônico torna a mente e o corpo mais suscetíveis a problemas de saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos sete entre as dez principais doenças modernas estão associadas ao nervosismo. Para se ter uma ideia, crises de asma, reações alérgicas, acne, gastrite, depressão e síndrome do intestino irritável são apenas alguns dos exemplos que podem ilustrar o dia a dia de quem sofre com o estresse. “Não podemos descartar o risco de desenvolver insônia e compulsões”, comenta Paula Fernandes Castilho, nutricionista e diretora da Sabor Integral Consultoria em Nutrição (SP).

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