quarta-feira, 21 de maio de 2014

Alimentação

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Produtos Orgânicos 

Produtos orgânicos 

02 de agosto de 2008
Ao contrário do que muitos pensam a agricultura orgânica não é mais coisa de gente idealista, que sonha em cultivar a própria horta no fundo do quintal, porque se abdica de comer hortaliças e legumes produzidos com adubo químico e agrotóxico.

Atualmente, a agricultura orgânica é um mercado crescente e os produtores estão cada vez mais se profissionalizando. 
Vários fatores levam algumas pessoas a consumir estes produtos, por exemplo, dificuldade econômica e também, preocupação com a própria saúde já que os agrotóxicos fazem mal a saúde.

Hoje, esse tipo de produto pode valer até 30% mais do que os produtos comuns. Pesquisas comprovam que sete entre dez entrevistados consumiriam produtos orgânicos se houvesse boa oferta nos supermercados. E mais da metade também aceitariam pagar até 20% mais caro pelo produto orgânico.

Ao observar esse aumento de demanda por parte dos consumidores, algumas redes de supermercados estão investindo nesse setor, realizando reformas para que haja gôndolas destinadas especificamente para produtos orgânicos. Exigindo é claro, entregas semanais, e não mais produção em escala.

No Brasil já existe cerca de 1500 produtores orgânicos, este setor movimenta, anualmente, US$ 10 milhões no país e cerca de US$ 23,5 bilhões no mundo.

A tendência é aumentar cada vez mais, pela conscientização das pessoas em consumir um produto de melhor qualidade. Lembrando que a alimentação é a base para uma vida saudável já que vivemos fugindo de tantos problemas de saúde como estresse, ulceras e cânceres.

Invista na sua alimentação o retorno pode ser a sua própria vida.

Tratamento da doença Celíaca 

27 de junho de 2008
Para a doença Celíaca existe somente um tratamento: uma dieta severa, onde devem ser eliminados todos os alimentos e preparos que contenham o glúten. Não se deve comer “só um pouquinho” desses alimentos, pois podem ocorrer implicações danosas para o paciente.

Devem-se suprir os ingredientes que possuam glúten (como a farinha de trigo), por outras opções como o uso de farinha de arroz, amido de milho, farinha de milho, fubá, farinha de mandioca e polvilho.

O cuidado da dieta deve ser constante, já que o consumo de glúten pode acontecer até sem que a gente perceba, como por exemplo:

- Por meio de óleo de fritura utilizado na preparação de alimentos com glúten e depois para a fritura de alguma preparação sem glúten;

- Uso da mesma faca para se passar margarina em pão com glúten e depois passar em bolacha sem glúten;

- Usar tabuleiros ou formas polvilhadas com farinha de trigo e depois reutilizá-las para os produtos sem glúten, sem que tenham sido bem lavadas.

Se não houver produtos industrializados especiais sem glúten no mercado, a maior parte das preparações do menu do paciente celíaco deve ser doméstica, demandando tempo e dedicação para a preparação.

Você tem consciência do quanto come? 

26 de junho de 2008
Cada um de nós come a quantidade que come em grande parte graças ao entorno. Muitas vezes nem precisamos ter fome, mas por causa da família e dos amigos, embalagens e pratos, nomes e números, rótulos e luzes, formas e cheiros, distrações e distâncias, armários e recipientes. A lista é infinda e ao mesmo tempo quase imperceptível, pois a maioria de nós não tem consciência do quê influencia a quantidade de comida que ingerimos.

Centenas de estudos e artigos científicos comprovam que comemos até encontrar sinais de que já comemos o suficiente. Por exemplo, se a mesa estiver vazia, está na hora de parar. Se todos já saíram da mesa e ainda estamos sentados, eis outra pista. Para muitos, desde que haja comida no prato, ainda há o que fazer.

Um estudo feito em Chicago há alguns anos revelou que o tamanho do balde da pipoca influencia no quanto comemos desse alimento. O grupo do balde grande comia em média 173 calorias a mais de pipoca do que o grupo do balde médio. É mais ou menos vinte e uma investidas a mais no balde.

Esses persuasores ocultos podem até mesmo aparecer como uma descrição saborosa de um prato ou um nome classudo em uma garrafa de vinho. Se pensarmos que a comida será saborosa, ela será. É mais ou menos o que ocorre quando diferenciamos dois produtos de marcas diferentes. Provavelmente o mais caro e mais conhecido será muito mais apetitoso para o nosso paladar do que o mais barato e de marca não tão famosa.

Estima-se que 72% das calorias ingeridas vêm de alimentos que comemos em tigelas, pratos e copos. Esses recipientes podem criar ilusões de ótica, que nos deixam enganar sobre a quantidade de comida que contêm.

Veja a figura abaixo:


Qual dos círculos ao centro é maior?

Os círculos ao centro têm exatamente o mesmo tamanho, mas aqueles ao redor alteram - e muito - sua aparência.

Agora, transferimos isso para a mesa:


As porções de comida são exatamente iguais, mas o tamanho dos pratos em que são servidas altera a percepção de seu tamanho. Ou seja, se você colocar 100g de purê de abóbora em um prato de 30 cm, parecerá muito menos do que se colocá-lo em um prato de 20cm. Mesmo que fique atento ao tamanho da porção que servir, o prato maior certamente fará com que sirva mais. E já que todos tendemos a terminar as porções que servimos, provavelmente acabaríamos comendo tudo.

Outro grande problemas está no fato de “comermos com os olhos”. Pesquisadores da Universidade de Columbia colocaram um prato com pequenos sanduíches de frango na frente de pessoas durante o almoço. Algumas mesas recebiam os sanduíches embrulhados em filme plástico e outras recebiam embrulhados em papel alumínio. Em quase todos esses estudos, as pessoas comeram mais os sanduíches embalados em filme plástico do que em papel alumínio. Nós comemos mais dos alimentos que vemos porque pensamos mais sobre eles. Sempre que vemos uma bomboneira, temos de decidir se queremos ou não um chocolate, e dizer não a algo gostoso e muito tentador. E se a vemos freqüentemente, alguns nãos acabarão virando sims do tipo “tudo bem, é só unzinho...”. Brian Wansink, idealizador de todos esses estudos alerta: “Longe dos olhos, longe do pensamento. Perto dos olhos, perto do pensamento”.

Como foi descrito no início, a lista de situações de risco ao nosso redor, que nos levam a comer em excesso, é praticamente infinita e cabe a nós estarmos atentos e tentar evitá-las. Está claro que não é a comida em si que nos faz engordar e nem a fome sozinha que determina o que nós comemos.

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